
FALA PRA MIM
Falar, pra mim, é limpar a chaminé. Falar é abrir espaço pra ouvir, e vice e versa. É poder tocar no que incomoda e dar vazão ao que nem se sabia existir. Tudo isso de um jeito simples, porque nada é tão difícil quanto a gente complica.
Episódios
18. “Let them / Deixa pra lá”
Resumão comentado do livro perfeito “Let them” / “Deixa pra lá” , da Mel Robbins. É real mudança de vida! 🏹@amanda.napraticaCom amor, Amada. Ops! Amanda.
17. Autenticidade ou armadura?
Ninguém nasceu controladora. “Me aceite como sou” não é ser autentica. E somente pintar o cabelo de azul também pode não significar nada. Vamos prosear? Insta: https://www.instagram.com/amanda.napratica?igsh=MWV3Mmc5azU5dzE2NA%3D%3D&utm_source=qrEmail: falapramimvaifala@gmail.comCom amor, Amada. Ops! Amanda.
16. Ué, e a adolescente?
Muito falamos da nossa criança interior. Mas pera ai. E nossa adolescente? 🙃Com amor, Amada. Ops. Amanda!
15. Tudo em todo o lado ao mesmo tempo
Sugados e com pouca energia vital. Everything everywhere all at once. Vocês se sentem assim? 📧: falapramimvaifala@gmail.com@amanda.napraticaCom amor, Amada. Ops. Amanda!
14. Orando pro Diabo
Quantas vezes por dia você consegue distinguir, entre seus atos, pensamentos e emoções, quais são orações a Deus - e quais são orações ao Diabo?Fala pra mim.📧falapramimvaifala@gmail.com@amanda.napraticaCom amor, Amada. Ops! Amanda.!
13. Amandioka: sobre ser empreendedora, porreta e ocupar seu espaço!
Amandioka é empreendedora, é porreta e ocupa seu espaço.Papo leve e descontraído, sobre mulheres ocupando seus lugares de direito: onde quiserem! 💎 @amandiokaE eu: @amanda.napraticaaCom amor, Amadas. Ops! Amandas!
12. A dor e a delícia de ser quem somos
Vocês passam dias se amando profundamente por alguma característica sua e no dia seguinte a mesma moeda te mostra uma faceta que você detesta? Não é muito louco isso? Saber que a grande maioria das coisas que mais criticamos em nós está costurada com as coisas que mais amamos e admiramos em nós mesmos?A dor e a delícia de ser quem somos. Com amor, Amada. Ops. Amanda!
11. Dando nome aos bois (importância de nomear as emoções)
Você já passou um dia inteiro estranha sem conseguir explicar o pq?Aconteceu comigo essa semana. Fui direto nas culpas de sempre “tô triste, não sou boa o suficiente" mas nada encaixava. Nesse episódio a gente fala sobre vocabulário emocional: por que nomear o que você sente muda o processamento do seu cérebro, o que acontece quando você usa "ansiedade" pra descrever coisas completamente diferente
10. Sobre ir com medo mesmo
Vocês acham que ser confiante é um dom que nascemos com? Mel Robbins resume o que os estudiosos dizem em: confiança é uma habilidade construída através da ação. É sobre continuar tentando. E aqui faço um link com o ep. 9, onde falo sobre não desistir. Link pro episiodio da Mel: https://open.spotify.com/episode/6Y6ww8nv0hcGACrj1B5KGb?si=rVwzR2AJRMeC_hSpwM2ldA📧: falapramimvaifala@gmail.comCom amor,
9. Quase desisti, mas lembrei do porque!
Desanimei, pensei em desistir. Mas lembrei que tinha um porque de eu ter começado. Como é perseverar pra você? Você tira de letra? Você nem começa pra nao ter que lidar com isso? Você abandona quando para de fazer sentido? Vamos juntos, refazer nosso sistema de recompensas pra que o significado seja maior do que as desculpas!❤️Com amor, Amada. Ops! Amanda!
8. Personalidade muda ou não muda?
Vamos la. Vamos abrir um pouco essa caixinha e aprofundar no conceito de personalidade e entender se ela é algo mutável ou estável.E onde entraria a neurociência e neuroplasticidade nisso tudo! Com amor, Amada. Ops. Amanda!
7. Gestão de Fortalezas
Porque estamos sempre querendo desenvolver aquilo que não somos tao bons, ao invés de melhorar o que somos excelentes? “O maior espaço de desenvolvimento das pessoas nao esta na sua zona de fraqueza, e sim na zona de fortalezasQuando desenvolvemos aquilo que somos naturalmente abundante, espontâneo, e fazemos sem esforços, é quando temos o 729%”.Vamos gerir nossas fortalezas. Vem.📧 falapramimvaifa
6. Dieta Low-Love
Como assim dieta low-love? É pra amar menos? Calma, vem ca que explico. Que tamanho é seu tanque de atenção, aprovação, elogios, amor? Será que você absorve o amor que recebe e se satisfaz com ele ou está sempre sedento por mais? Quanto sua vida pode melhorar se você se contentar com o que já tem?Fala pra mim, fala.📧 falapramimvaifala@gmail.comCom amor, Amada. Ops! Amanda.
5. Ex-usuária de silicone \o/
Alegria, alegria. Esse ep. é pra todes que estão no processo de explantar ou trocar o silicone/ querem reconstruir as mamas/ querem colocar o silicone/ cursioses de plantão porque informações são enriquecedoras. Todas informações sobre o procedimento que fiz, como funciona, valores, médico e hospital escolhidos, email pra pedir antes e depois, informações sobre o pós, etc etc.Ps.1: Esqueci de fala
4. Frankenstein, sou eu?
Será que o monstro sou eu? Sera que minha parte monstro me torna mais perto de ser humana?Às vezes, aquilo que mais tememos em nós nasce das crenças que carregamos — crenças que dizem que somos defeituados, quebrados, inadequados, difíceis de amar.Esses pensamentos automáticos assustam, mas também revelam algo precioso: as distorções pelas quais enxergamos a nós mesmos.Fala pra mim, qual monstro s
3. Dalila, àquela que Rita Lee perdeu de conhecer
Um papo delicioso, sobre como a vida nem é tão séria sim, e que a graça… ahhh a graça. Papo tipo louvor no estilo mesa de bar.Dalila Travaglia, aquela que nem Sansão disse não, e que a Rita Lee perdeu a chance de conhecer.💫 @dalilatravaglia🎤 falapramimvaifala@gmail.com
2. A pizza da autoestima tem mais de uma fatia
a gente insiste em colocar todo o recheio da pizza em uma única fatia — e depois se pergunta por que ela desmonta.bora pirar um pouco sobre isso?falapramimvaifala@gmail.com🎧 recomendação do episódio: Pistolacast, app disponível em todas as plataformas.Com amor, Amada. Ops! Amanda.
1. Quase ex-usuária de silicone
Uma breve introdução e apresentação — mas o que eu quero mesmo é ouvir das usuárias ou ex-usuárias de silicone. Fala pra mim!FALAPRAMIMVAIFALA@GMAIL.COMCom o coração acelerado e muita dislexia, eu começo. Porque, pra começar, basta começar — não é mesmo?Com amor, Amada. Ops. Amanda.











