
Imposturas Filosóficas
Filosofia não se faz sozinho: toda sexta-feira reunimos amigos para conversar e pensar juntos.
Episódios

#323 estoico numa orelha epicurista na outra | Montaigne, ensaio, morte
Michel de Montaigne passou por três grandes surtos na peste negra. Em 1566, a doença matou 25 mil pessoas apenas em Paris. Levou Étienne de La Boétie, o grande amigo de sua vida, e vários de seus conhecidos. Não sabemos se Montaigne chegou a contrair a bactéria, mas o fato é que a morte fez morada em sua casa: após a perda de La Boétie, morreram seu pai, seu irmão mais novo e cinco de seus seis fi

#322 mergulho pra cima | devir, astronomia, existencialismo
Todo devir é uma modificação que ocorre após um encontro. Inclusive, ele se faz apenas através dos encontros, nas relações. Mas a diferença é que este conceito não contém a ideia de finalidade. Ou seja, sem telos, sem ponto final, ele é uma abertura para novos sentidos. Pois bem, se todo devir se faz no encontro, o que acontece quando um filósofo olha através de um telescópio? O que aconteceria s

Aula Aberta | (Des)Casos Clínicos: Presidente Schreber
No Imposturas desta semana, trazemos a primeira aula do módulo "(Des)Casos Clínicos", do novo projeto: Seminários Deformação. Partindo do Anti-Édipo de Deleuze e Guattari, fizemos uma análise crítica de um dos casos de Freud. ParticipantesRafael TrindadeLinksSeminários DeformaçãoOutros linksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaGosta do nosso prog

#321 vivendo entre abas e poemas | desejo, imaginação e ansiedade
O que fazemos com o que o tempo faz de nós? Parece que temos pressa. Não podemos evitar de ler o romance que nos encanta, e depois ver o filme que nos instiga, e ainda ler poesia antes de dormir — e isso depois de lavar roupa e preparar o almoço e entregar o imposto de renda e dar aulas e, e, e. Será que é possível continuar apostando na calma como diretriz filosófica geral para a vida? Nesta conv

#320 tem até em gaveta de motel | Nietzsche, Espinosa, teocracia
O filósofo é o estraga prazeres de seu tempo. Cabe a ele olhar longe e trazer as más notícias. No caso de Nietzsche, a mensagem é conhecida: “Deus está morto, e nós o matamos!”. Mas será mesmo? No programa desta semana, nos perguntamos se o obituário metafísico chega até a política, e buscamos em Espinosa uma ajuda para pensar as dificuldades próprias da mistura entre o cristianismo e o estado.Par

#319 um problema com Espinosa | tristeza e variação
Para compreender o que Espinosa chama de afeto, é preciso distinguir o conceito da ideia habitual que fazemos dos sentimentos. A alegria não tem imagem; a tristeza tampouco. Podemos sorrir de desespero, tanto quanto chorar de admiração. Em outras palavras, não é simples correlacionar as expressões costumeiras de felicidade e infelicidade aos afetos de alegria e tristeza. A conclusão lógica é que u

#5 Travessias | Por nós
No travessias de hoje, conversamos sobre a injustiças do cárcere a partir da história de duas irmãs presas injustamente, que na liberdade formaram um coletivo para acolher mulheres regressas do sistema prisional. Uma luta que é de todos e por todos nós.ParticipantesMeireBatiaFlávia SaianiBru AlmeidaRafa LauroLinksPor nósIma InáOutros linksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurCoorde

#318 deus não faz amor | Eduardo Galeano, teologia, cristianismo
Partimos de alguns textos de Eduardo Galeano para conversar sobre a da teologia e moral cristãs, que tentam balizar a existência pela lógica do castigo e recompensa. Discutimos como o cristianismo operou uma domesticação dos corpos, transformando o desejo em pecado e a culpa em uma ferramenta de controle social e de reprodução de mão de obra. O título do programa é uma brincadeira com a frase de N

#317 vivendo um campo minado | masculinidade, behaviorismo, psicologia
A partir do encontro entre o Existencialismo de Simone de Beauvoir e o Behaviorismo de B.F. Skinner, conversamos sobre a frase "Seja Homem!" como uma imposição de performance que esconde a inexistência de uma essência masculina. Como seria uma vida que não se submete à cartilha de comportamentos imputados a um corpo, mas que se entende como um feixe de relações bio-psico-sociais em const

#316 te explicando pra te confundir | Anne Carson, metáfora e metonímia
A metáfora triangula. Pela sobreposição de duas imagens heterogêneas, ela abre na selva da linguagem uma trilha misteriosa que leva de uma à outra. Assim, vamos do A ao B, mas nos vemos obrigados a desviar pelo desvario do C. No programa dessa semana, partimos da brincadeira de diferenciar as metonímias e metáforas para pensar a linguagem.ParticipantesMatheus GuimarãesPedro TinéRafael LauroRafael

#315 como pensa o peixe? | Foucault, arqueologia e loucura
A partir da História da Loucura de Michel Foucault, conversamos sobre o círculo antopolígico, isto é, sobre o pensamento moderno como uma armadilha que, ao tentar compreender o mundo, acaba sempre encontrando um reflexo de homem. Como seria um pensamento que não busca o homem como medida de todas as coisas? É possível escapar dessa dobra onde o sujeito e o objeto se confundem em uma busca incessan

#4 Travessias | Raízes de Mariah
No travessias de hoje, mergulhamos na história de um quilombo urbano e suas muitas intersecções. Um espaço erguido pelo suor das ancestras que, como um fio, vem sendo DESemaranhado pela Maria e toda uma coletividade que soma junto a esse centro cultural. Mais que um território, é uma herança viva que se expande através das suas raizes. ParticipantesMariahBru AlmeidaRafael LauroLinksRaízes de Maria

#314 chamem os filósofos | hedonismo, eudaimonia, Epicuro
A ética epicurista tem a noção de prazer como princípio e finalidade. Além de ser bom, o prazer é o bem, ou seja, é o móvel da ação humana tanto quanto o objetivo dela. No entanto, nem todos os prazeres conduzem à felicidade, assim como nem todas as dores a atrapalham. Essa qualificação dos prazeres e dores se dá numa ideia que conduz, de maneira geral, toda a filosofia helênica: a eudaimonia. O h

#313 questione seu terapeuta | gênero, psicanálise, Freud
Qual a função de uma boa análise? Não é colocar em questão um saber que tornou-se opressivo e inquestionável? O psicanalista faz perguntas estranhas, usa termos que conduzem a vários caminhos diferentes. No entanto, no caso Dora, Freud parece fazer justamente o contrário: tenta, por diversas vezes, convencer a paciente de que ela está apaixonada por Sr. K (e portanto por seu pai, e portanto por el

#312 diabo sem panfleto | identidade, gênero, sexualidade e monogamia
Cedo ou tarde, sozinhos ou acompanhados, todos nós temos a necessidade de declarar nossos interesses. Nestes momentos, nada mais natural do que dizer: “gosto disso”, “odeio aquilo”. Estas declarações nos organizam, e através delas podemos nos conhecer e reconhecer como parte de um grupo. Aos poucos, o que era um conjunto de interesses se transforma em uma declaração de identidade: “sou isso”, “não

Aula aberta | Introdução à Esquizoanálise
No Imposturas desta semana, trazemos a primeira aula do módulo "Esquizoanálise - Conceitos Fundamentais", que inaugura o novo projeto: Seminários Deformação. Fizemos uma contextualização histórica e biográfica da obra de Deleuze e Guattari, e uma breve exposição do conceito de desejo para os autores. ParticipantesRafael TrindadeLinksSeminários DeformaçãoOutros linksFicha TécnicaCapa: Fel

Filosofe com isso: Oscar 2026
No episódio de hoje do Filosofe com Isso, comentamos o Oscar 2026: a paranoia revolucionária de Uma Batalha Após a Outra, a resistência sob vigilância no Recife de O Agente Secreto, o luto místico e sensorial de Hamnet e o psicodrama da vida real em Valor Sentimental. Entre estatuetas e tapetes vermelhos, rimos do irônico espetáculo de celebrar bons filmes dentro da maior engrenagem da indústria c

#311 bilhete de amor em sentenças | gênero, violência, lutas
O que nos sustenta quando o chão parece faltar? Talvez não seja uma base sólida, mas a força dos fios que insistimos em tecer. No episódio de hoje, partimos do poetexto da Bru Almeida, "Fios por te(SER)", para conversar sobre como o patriarcado molda nossos corpos e estrangula nossas existências, do lar à empresa, do sutil ao literal.ParticipantesBru AlmeidaRafa DornellasRafael LauroLink

#310 psicanálise incendiária | esquizoanálise, política, deleuze e guattari
Se você pudesse mandar uma carta para você dez anos atrás, o que escreveria? Foi isso que fizemos pensando em uma das linhas teóricas que nos formaram, a esquizoanálise. Trouxemos cinco recomendações para uma apropriação mais interessante dessa abordagem hoje. Isso talvez sirva a quem estiver começando seu percurso na crítica da psicanáliseParticipantesMatheus GuimarãesRafael LauroRafael TrindadeL

#309 prazer de existir juntos | amizade, amor, partilha
O testemunho dos outros é uma maneira pela qual nós afirmamos a beleza. No entanto, não é fácil dizer o quanto essa partilha é fundamental para os outros. Por isso, temos andado por aí a pergunta: nos momentos mais bonitos, você estava sozinho ou acompanhado? É um dos casos em que a resposta importa menos do que a pergunta. Dispor a qualidade da experiência em um espectro de sociabilidade é só uma

#3 Travessias | Quilombo Seu Gustavo
Este é o Travessias, um podcast que nasceu da parceria entre o coletivo Ima Iná e o Razão Inadequada. Neste episódio, conversamos sobre o Quilombo Seu Gustavo, um espaço cultural e educacional voltado para crianças na Cidade Tiradentes.ParticipantesTatianeAna PaulaBru AlmeidaRafael LauroLinksQuilombro Seu GustavoBiblioteca Assata ShakurIma InáOutros linksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Ped

#308 cansado de ser eu | só sei que nada zen, budismo, meditação
A palavra Zazen significa “meditar sentado”. Na teoria é fácil, você se senta em uma almofada (zafu) em posição ereta e as pernas cruzadas, se volta para a parede, permanece com os olhos semicerrados e presta atenção na respiração. Pronto, começou, você está meditando. Então você é carregado pelos pensamentos como quem pula num rio tempestuoso. Conclusão, sentar em silêncio e observar os pensament

#307 festa do apreço | amor, ciúmes e exclusão
Amar é uma aposta. Coletivamente, erguemos uma imagem do que significa vencê-la. O prêmio não é nada tímido: Reciprocidade plena. Em algum momento, porém, algo parece mudar. Encarando o desejo do outro, você vê não mais um espelho do seu, mas um deslocamento estranho. Algo (ou alguém!) estoura a bolha que envolve o par em unidade. As paixões da pessoa amada estão sendo movidas – e não é sobre você

#306 um neurótico na orgia | filosofia, universidade e escrita
São tantos os jeitos de fazer. Qualquer coisa, mas na ocasião deste podcast nos referimos à filosofia. Embora essa opinião incomode boa parte dos reverentes estudiosos do cânone, o fato é que a filosofia se manifesta de diversas formas: vai do colóquio de especialistas à conversa pelo whatsapp, passando pela mesa de bar. Dada a diversidade, é preciso pensar sobre os modos de fazer filosofia. Recus

#305 choro, rebeldia do corpo | masculinidade e vulnerabilidade
A vergonha por chorar não é um traço de personalidade, é o resultado de um conjunto de ideias normativas sobre o que significa ser homem. E não é mera questão de lágrimas, o que está em jogo no chorar é a vulnerabilidade, ser colado à ideia de alguém que amolece frente aos sentimentos e, portanto, é fraco. No programa desta semana, conversamos sobre o choro como força que pode irromper o corpo org

#8 por que Somaterapia? (com João da Mata)
Nesta sexta-feira, convidamos João da Mata para responder a pergunta: por que Somaterapia? Esta forma de terapia libertária criada por Roberto Freire no Brasil e inspirada nas ideias de Wilhelm Reich. Se você quer começar os estudos nesta abordagem, acreditamos que este programa é um bom primeiro passo.ParticipantesJoão da MataRafael LauroRafael TrindadeLinksLive no YouTubeOutros LinksFicha Técnic

#304 euforia da impureza | Frankenstein, Nietzsche e Deleuze
A criatura de Frankenstein não é uma, ela é várias. Com o que ela sonha? Ora, certamente seus sonhos são múltiplos! Em cada parte de sua psiquê gritam vozes dissonantes, com palavras distintas, de regiões, religiões e convicções diferentes. Seu corpo quer rasgar o ventre nas mais variadas direções, ela é homem ou mulher, forte ou fraca, nova ou velha, ou tudo ao mesmo tempo? Frankenstein é a eufor

#303 defumando ideias | alucinógenos e o avivamento da experiência
Um bebê cresce como um broto se encomprida em tronco, fazendo milhões de novas conexões num punhado de anos. Sua existência é um delírio constante, nenhuma experiência é estável, nada foi antevisto. O adulto é um sistema organizado, mas ele pode reencontrar, numa bem aventurada alucinação, a infância da percepção. No programa desta sexta, nós conversamos sobre os alucinógenos e a possibilidade de

#7 por que Esquizoanálise? (com Domenico Hur)
Nesta sexta-feira, convidamos Domenico Hur para responder a pergunta: por que Esquizoanálise? Uma corrente de pensamento inaugurada por Deleuze e Guattari logo após maio de 68. Se você quer começar os estudos nesta abordagem, acreditamos que este programa é um bom primeiro passo.ParticipantesDomenico HurRafael LauroRafael TrindadeLinksLive no YouTubeOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdiç

#2 Travessias | idosidade (com Lenny Blue)
Este é o Travessias, um podcast que nasceu da parceria entre o coletivo Ima Iná e o Razão Inadequada. Neste episódio, conversamos com Lenny Blue e sua experiência de décadas no Movimento Negro Unificado, atualmente levantando a bandeira dos direitos da idosidade, isto é, da dignidade das pessoas idosas no acesso à saúde, lazer, educação, e mais. ParticipantesLenny BlueBru AlmeidaRafael LauroLinksM

#6 por que Behaviorismo? (com Roberta Kovac)
Nesta sexta-feira, convidamos o psicóloga Roberta Kovac para a pergunta: Por quê Behaviorismo? Esta corrente filosófica que é a base da Análise do Comportamento, abordagem da psicologia estudada em todas as faculdades e essencial na formação do psicólogo. Se você quer começar os estudos nesta abordagem, acreditamos que este programa é um bom primeiro passo.ParticipantesRoberta KovacRafael LauroRaf

#302 um jeito bonito de falhar | Barthes, os superlativos e a escrita
Gostar da palavra é também odiá-la um pouco. Ela funciona bem na comunicação do dia-a-dia, mas ao tentar falar das coisas mais importantes (como o amor) ela inevitavelmente falha. É que a vida é muita. Lindo nem sempre basta. Então a gente improvisa um lindíssimo, e trabalha a linguagem até fazer ela servir para coisas para as quais não foi inventada. O superlativo é uma invenção da voz, que guard

#1 Travessias | saúde mental nas periferias (com Géssica de Paula)
Este é o Travessias, um podcast que nasceu da parceria entre o coletivo Ima Iná e o Razão Inadequada. Neste episódio, conversamos com a Géssica de Paula e sua experiência a frente do Saúde mental nas periferias, um projeto que "entrelaça as vidas em busca de uma sociedade menos dolorosa". ParticipantesGéssica de PaulaBru AlmeidaRafael LauroLinksSMPIma InáOutros linksFicha TécnicaCapa: Fe

#2 Filosofe com isso: Arte dos desencontros, Deleuze e Interestelar
Este é o segundo Filosófe com Isso, um podcast extra no qual trazemos indicações do que ler, ouvir e assistir. Muitas destas indicações foram referências para conversas de outros episódios do Imposturas Filosóficas. Nesta semana, trouxemos pensamentos sobre a esquizoanálise, um pouco de poesia e um comentário sobre o filme Interestelar, do Christopher Nolan.ParticipantesRafael TrindadeLinksOutros

#301 a gente se esfrega até entender | elogio à burrice, conhecimento e sociabilidade
A pergunta infantil tem uma implicação com a ignorância – e os adultos a perdem grosseiramente. Percebam a inversão ridícula: Perguntar para mostrar que sabe. Adulto, quando vai fazer pergunta, é retórica! Que desperdício. Longos comentários ocupando um espaço que poderia ser cheio de perguntinhas atrevidas. No podcast desta sexta, tecemos um elogio à burrice que fala alto, duvida, ocupa espaço, e

#300 já posso entrar em crise? | maturidade e crise da meia-idade
Um belo dia você acorda e já não tem mais vinte anos. Tem trinta, quarenta, ou mais, e tudo o que você faz, você já faz há algum tempo. Escovar os dentes, tocar violão, comprar tomates, esticar lençóis, enfileirar letras – são partes de uma rotina que você nem lembra onde começou. Você adquiriu um jeito de ser, embora pudesse ser de qualquer outro. Como adulto, você performa saber, mas continua co

#299 prazer de existir como se é | gatos, nobreza de bigodes
A relação com seres humanos é fundamental, mas insuficiente: existir junto dos bichos não é uma opção, é uma necessidade. O Imposturas dessa semana traz um texto de elogio aos gatos, e uma conversa sobre a relação entre humanos e felinos, a partir de referências gateiras como Nise da Silveira, Michel de Montaigne e Pablo Neruda.ParticipantesRafael LauroMilena KlinkeOlgaLinks Texto lidoOutros Links

#5 por que Existencialismo? (com Ricardo Timm de Souza)
Nesta sexta-feira, convidamos o filósofo Ricardo Timm de Souza para responder uma pergunta que muitos se fazem: Por quê Existencialismo? Qual é a relevância e a importância deste tema para os nossos tempos? Em nossa conversa passamos por autores fundamentais dessa corrente como Sarte, Beauvoir, Kierkegaard, Camus, Merleau-Ponty e Cioran. Se você quer começar os estudos no existencialismo, acredita

#0 Travessias | de lá pra cá, de cá pra lá
Este é o Travessias, um podcast que nasceu da parceria entre o coletivo Ima Iná e o Razão Inadequada. Neste episódio, conversamos sobre a amizade que nos trouxe aqui, pensamos diversas camadas da palavra travessia e apresentamos a ideia geral deste projeto. Além disso, lemos duas poesias, uma de Conceição de Evaristo, outra de Grada Kilomba. ParticipantesBru AlmeidaRafa DornelasRafael LauroLinksI

#1 Filosofe com isso: Ferrante, Fellini e Aniversários
Este é o primeiro Filosófe com Isso, um podcast extra no qual trazemos indicações do que ler, ouvir e assistir. Muitas destas indicações foram referências para conversas de outros episódios do Imposturas Filosóficas. Nesta semana, comentamos a famosa série de livros conhecida por tetralogia napolitana, da escritora italiana Elena Ferrante; falamos também de um clássico do cinema, o 8½, do diretor

#4 por que Winnicott? (com André Martins)
Nesta sexta-feira, convidamos o filósofo e psicanalista André Martins para responder uma pergunta que muitos se fazem: Por quê Winnicott? Qual é a relevância e a importância deste autor para os nossos tempos? Em nossa conversa passamos por temas fundamentais de sua obra como maternidade, infância, além de traçar paralelos com a filosofia de Espinosa. Se você quer começar os estudos de Winnicott,

#298 desabamento do eu | amor, amizade, identidade e alteridade
Quanto do eu é feito de outro? No primeiro Imposturas do semestre, conversamos sobre os efeitos do espelhamento nas relações de amizade e amor, que se complexificam à medida que existem em multiplicidade e coexistência. Tema, aliás, que vem a calhar com as mudanças que pensamos para o futuro do nosso podcast, que deixou de ser um programa de apenas dois amigos, e agora começa a envolver novas pess

#297 alegria com hora marcada | mensagem aos ouvintes
SobreNada que dura permanece o mesmo. O Razão Inadequada, este fruto doce e híbrido – nascido de um abraço entre as raízes – da relação de dois amigos que convivem há quase trinta anos, também está submetido à lei maior dos encontros e desencontros. Sendo mais direto: nosso projeto vai mudar, e junto com ele o Imposturas Filosóficas. Como é do nosso feitio, estas mudanças começam a ser comunicadas

#296 só sei que solucei | escrita, solidão e incerteza
A intimidade é povoada de contradições. Um lugar onde o sim e o não tem direito à cidadania e se debatem sem achar solução. Um texto em primeira pessoa é um jeito de mostrar essas forças contrárias que nos habitam. E o leitor? Ele é testemunha deste acontecimento, ou cúmplice, talvez. Ora, o que fazer com as contradições? É difícil saber, mas parece necessário inventar uma saída. Difícil, porque e

#295 ruptura no modo de viver | Espinosa, Pierre Hadot, conversão
Quando o Espinosa escreveu o Tratado da Emenda do Intelecto, tinha um objetivo claro em mente. Ele estava se convertendo a uma nova maneira de viver, e queria comunicar os bem verdadeiros, a alegria suprema e contínua, que encontrava pelo caminho. Ao escrever este livro, ele propôs uma mudança radical na vida dos leitores. No episódio desta sexta-feira, conversamos sobre a potência da filosofia en

#294 a crise é estética | arte entre Nietzsche e Platão
A crise é estética – temos dito por aí. É uma pequena frase, que correlaciona arte e política em tempos de ascensão da nova direita. Entre ética e estética existem mais correspondências do que parece. E não é difícil percebê-las, porque, no final das contas, o que cruza os dois campos é o desejo. Basta ser razoável para perceber a falta de ética da nova direita, assim como basta ter olhos e ouvido

#293 essencialmente desejante | Espinosa, conatus
Através da razão, a filosofia de Espinosa busca compreender a singularidade do ser humano na natureza. É daí que nasce o conceito de Conatus, que significa esforço, ou seja, o ser humano procura, tanto quanto está em seu poder, criar condições para perseverar em si mesmo através dos encontros que realiza com o mundo à sua volta. E quais são estes encontros? Ora, concluímos no episódio desta sexta-

#292 pode tudo mas não qualquer coisa | ética da desobediência
Sempre que chegamos na casa de alguém é costume pedir licença, o anfitrião diz, desculpe a bagunça, e na hora de ir embora dizemos: desculpe qualquer coisa. Há muitas regras na sociabilidade, a maioria implícita. Mas como saber quais devem ser mantidas e quais não? Através de uma ética da desobediência. Ao ultrapassar a linha é possível ver onde o calo aperta, ou muitas vezes perceber que não havi

#291 a margem de dentro | Deleuze e Guattari, ritornelo e escuta clínica
A arte de escutar está cada vez mais rara, parece que é mais fácil apenas responder com grosseria ou concordar para não criar conflitos. Entretanto, manter os ouvidos abertos permite entrar em um mundo novo: a subjetividade de outra pessoa. Explorar este lugar é como navegar por mares nunca antes navegados. A escuta clínica aprende a fazer isso com a fala do paciente e o instiga a explorar a si me

#290 cortejo de formigas bailarinas | contos infantis, leitura a dois, alfabetização
Uma menina promete para sua melhor amiga que só vai ler o seu livro preferido em sua companhia. Esta é a bela ideia deste conto que abre o programa dessa semana. Conversamos sobre o processo de alfabetização e de como desaprendemos a ler em conjunto. Paramos para pensar sobre como a leitura é uma maneira de colorir o mundo e também sobre a necessidade de compartilhar este “cortejo de formigas bail

#289 piadas que derrubam reis | o riso, de Freud a Zaratustra
“O homem é um animal que ri”, esta é mais uma das grandes definições que a filosofia criou para caracterizar o ser humano. Mas ao longo de toda a sua história a filosofia pouco se pronunciou sobre o riso, e menos ainda fez rir. Não surpreende, é improvável imaginar que do abismo do questionamento saia uma boa piada. O mistério do riso parece uma questão menor em face de perguntas tão sérias, e são

Filosofe com isso: Rizoma, Epicuro, Galeano, Licorice Pizza e mais
Todas as semanas, além de lançar o nosso já tradicional Imposturas Filosóficas, publicamos também o Filosófe com Isso, um podcast extra no qual conversamos mais diretamente sobre as referências que foram usadas para o texto e conversas da semana. Neste episódio, continuamos a conversa do Imposturas #288 amizades marginais.Já estão disponíveis muitos episódios, que podem ser acessados após a assina

#288 amizades marginais | normatividade, amores eleitos, não monogamia
Como fazer para as amizades ganharem vida própria? Antes de mais nada é necessário fazer a distinção entre amores e amigos desaparecer, porque ela faz valer a lógica da eleição sobre a lógica da multiplicidade. O grande amor se coloca no centro, como um fundamento ditador que expulsa as amizades para a margem. Quebrando estas hierarquias o amor pode se multiplicar em rede. No podcast desta sexta,

#287 capoeira com o absurdo | de Schopenhauer a Maria Carolina de Jesus
Aprender a jogar com os horrores da vida, poucos são capazes disso, preferem virar os olhos para não ver, mas sem perceber que assim se tornam incapazes de lidar com as dificuldades que o destino reserva. Esta é nossa sina, realizar uma luta livre de ressentimento e má consciência, romper o sólido céu cinza com um raio de luz, sustentar o olhar sobre os algozes que querem enterrar nossos sonhos em

#286 de dia racional, de noite mística | ceticismo, misticismo, ocultismo
Às vezes a racionalidade se esgota sem nos tirar do lugar. Então, de repente, forças misteriosas nos atingem: um sonho louco, uma frase enigmática, um presságio inexplicável, um gesto místico. Parece que o mistério valoriza o indeterminado e, nesse sentido, ele pode ter uma função libertadora, pois dá passagem para um regime de forças inacessíveis à razão. Não seria triste ensurdecer para as vozes

#285 desculpe o transtorno, estou em reforma | psicoterapia, linguagem e molduras relacionais
O que era o mundo antes da linguagem? É difícil dizer. O Universo não precisa das palavras, mas para nós elas são andaimes sobre os quais construímos o nosso mundo. Ou seja, através da linguagem nos tornamos capazes de descrever a realidade ao nosso redor, as palavras dão contorno ao mistério que habita para além de qualquer descrição. Sendo assim, a linguagem define o limite da nossa realidade. E

#284 tem que morrer pra germinar | luto, términos e despedidas
O luto não acontece apenas quando morre alguém. Há um paralelo inevitável entre morrer e terminar. Será que é possível, no momento derradeiro, mesmo contra a vontade, dizer: “obrigado”? Ora, se somos capazes de agradecer é porque algo na relação foi bom. Talvez este gesto, repetido todos os dias nos contextos mais banais, possa abrir a possibilidade de algo novo acontecer. No podcast desta sexta,

#283 sua história acontecendo agora | tonalidades afetivas, Heidegger, psicoterapia analítico-funcional
Nossa história sopra lembranças sobre as percepções atuais, criando atmosferas diferentes para cada momento. Desta forma, o corpo se adapta à sutileza da atmosfera presente, sem nunca deixar seu passado para trás e aprendendo como se mover pelas diversas possibilidades de mundos existentes. Isso mostra como a realidade se dá a um corpo que passa por constantes ajustes para habitá-lo: a sintonia é

#282 sujeito sobre rodas | Bakhtin, carros, reflexão e escrita
De todas as máquinas inventadas, o carro deve ser a mais estúpida. Mas tem uma coisa que acontece interessante quando estamos parados no trânsito: tem algo na melancolia do tráfego que leva a gente a pensar, e de repente estamos nos olhando nos olhos pelo reflexo da janela. No podcast desta sexta, entramos em associação livre até entender o que é que os carros têm a ver com a escrita.Participantes

#281 meninos mimados pela tradição | Nietzsche, conservadorismo
Prezados Conservadores, já faz tempo que queremos falar com vocês. E gravamos este podcast para manifestar nosso desconforto diante das suas recentes atitudes, principalmente por parte da sua ala mais radical, que têm feito bastante barulho. Vocês não percebem a gravidade da situação? Não percebem como estão deslocados e como suas ideias não cabem mais no presente? O seu passado tornou-se uma doen

#280 com a vovó acontece muito | Pierre Hadot, Horácio, carpe diem
É curioso o fato de que os velhos só têm as crianças. Pais e mães as veem como seres em potencial, mas essa não é a perspectiva dos avós. Há qualquer coisa imediata que precisa ser vivida junto à infância dos netos. Parece que, conforme a idade avança, somos cada vez mais convocados à presença. Felizmente, as crianças nascem versadas nesta sabedoria do instante. Para exercitar essa misteriosa mane

Filosofe com isso: Fahrenheit 451, O Nome da Rosa
Este ano preparamos uma novidade para os nossos assinantes. Todas as semanas, além de lançar o nosso já tradicional Imposturas Filosóficas, lançaremos também o Filosófe com Isso, um podcast extra no qual conversamos mais diretamente sobre as referências que foram usadas para o texto e conversas do Imposturas da semana. Nele, falamos de filmes, música, poesia e, claro, conceitos! Já estão disponív

#279 se não lê-los, como sabê-los? | apologia das bibliotecas
Sempre que vem um conhecido em casa, ele se surpreende com a quantidade de livros por metro quadrado e pergunta: “mas você já leu todos eles”? Como se apenas a leitura integral justificasse esta desproporcional quantidade de livros. Eu respondo que não, eu não li todos. Esta informação, por fim, gera uma expressão de decepção em meu convidado, como se ele tivesse acabado de me desmascarar. Será qu

#278 continue a boiar | depressão, melancolia, alegrias nascentes
O que fazer quando não se sabe mais o que fazer? É difícil encontrar saídas para o estado depressivo. Buscar ajuda profissional é importante, mas às vezes tudo o que podemos fazer por nós mesmos é deixar estar. A pressa em sair da melancolia é uma consequência natural do fato de que ninguém quer estar triste. No entanto, alguns afogamentos acontecem não porque a pessoa não sabe nadar, mas porque n

#277 voltar, mas não pro mesmo lugar | elogio da viagem, crítica do turismo
O fim de ano é uma época em que muitas pessoas viajam para espairecer, recobrar as forças e se preparar para outro ano de labuta. Mas será que este é um bom intuito para uma viagem? De que adianta viajar para voltar para o mesmo lugar? Não faz sentido. A força de uma viagem está em ir além das próprias fronteiras, para se transformar no processo. A boa viagem acontece quando as intensidades vivida

#276 que seja eterno enquanto mude | ano novo, identidade e devir
Dizem que quando Teseu aportou no cais ateniense, um rico admirador o levou até as docas e mostrou uma réplica perfeita do seu navio. O admirador lhe disse que aquele era o seu verdadeiro navio, reconstruído com todas as mínimas partes que haviam sido descartadas. O velho Teseu deu uma enorme gargalhada e afirmou categoricamente que aquele era, no máximo, um fóssil bem preservado de seu navio ant

#275 três tigres felizes | triângulos amorosos, imaginário e tragédia
Uma tragédia anunciada é aquela onde não importam as atitudes, tudo vai acabar mal. É assim que estamos acostumados a pensar o triângulo amoroso. Quando o terceiro elemento aparece na vida de um casal, imaginamos necessariamente que a história vai acabar levando ao sofrimento de todos os envolvidos. É para contrariar este imaginário que, no podcast desta sexta, formamos um trio para pensar sobre o

#3 por que Freud? (com Daniel Omar Perez)
Nesta sexta-feira, convidamos o filósofo e psicanalista Daniel Omar Perez para responder uma pergunta que muitos se fazem: Por quê Freud? Qual é a relevância e a importância deste autor e de sua invenção, a psicanálise, para os nossos tempos? Em nossa conversa passamos por temas fundamentais como sexualidade, clínica, capitalismo, além da relação entre psicanálise e ciência. Se você quer começar o

#274 vou sendo como posso | o futuro do pretérito, os sonhos fracassados, Heidegger
Fomos jogados no mundo. Estamos à deriva e condenados a limites postos muito antes de nascermos. E são muitas as demarcações: biológicas, históricas, sociais, econômicas... Por isso, viver é, em sua maior parte, nunca realmente realizar-se. A maioria dos sonhos se perdem no ar quando o peso da realidade se impõe. Boa parte do tempo, ser no mundo é ter que enterrar sonhos que já nasceram mortos. No

#273 mais complicado que o coração | eutanásia, Antônio Cícero e Pedro Almodóvar
Para o coração, a vida é simples: ele bate enquanto puder, e então para. O problema é que, às vezes, não importa o que aconteça, ele não quer parar, e continua seu ímpeto cego, batendo “não” em cada batida. Parece uma grande crueldade interromper o seu ritmo, mas como fazê-lo entender como a vida é complicada para nós? No podcast desta semana conversamos sobre a possibilidade de uma boa morte (eut

#272 existe vida antes da morte | eterno retorno, finitude e recomeço
A vida e o universo têm um destino similar: nascer, viver e morrer. Neste ínterim, tudo está em constante movimento, se misturando, se refazendo e se recriando. Somos nós quem, equilibrados no alto da colina, com cicatrizes e sonhos, conciliamos passado e futuro para tirar o melhor possível do momento presente. Não é fácil, vive sem conforto quem aceita neste raro momento finito viver. Aos que apr

#271 ainda estamos aqui | Walter Benjamin, história, memória e ditadura
Todos nós morremos duas vezes: a primeira no dia em que o coração para e a segunda quando somos esquecidos. Para alguns, porém, esse processo é terrível, pois morrem muito antes da hora e são condenados a sumir como se nunca tivessem existido. A ditadura brasileira fez isso com milhares de pessoas. Então, temos uma missão: redimir os mortos de seu esquecimento, e dar aos fatos uma leitura que faça

#270 a luz no fim do túnel é o trem | a irracionalidade do capital
Será que somos tão racionais quanto pensamos ser? Parece que nossa racionalidade não é a característica da qual mais deveríamos nos orgulhar, afinal, aumentamos a capacidade de produzir, mas continuamos distribuindo muito mal esta produção. O capital é irracional e as coisas não vão bem. É bem óbvio que razão a justiça não andam de mãos dadas nesta sociedade. No programa desta sexta, recebemos doi

#2 por que Nietzsche? (com Isadora Petry)
Convidamos a filósofa e psicanalista Isadora Petry para responder à pergunta “por que Nietzsche?”. O programa mostrou a força dos conceitos deste filósofo da suspeita, e tentou esclarecer as más interpretações que nascem do seu tom, no mínimo, polêmico. Isadora mostrou todo o seu amor e conhecimento pela obra de Nietzsche, sem abrir mão das críticas necessárias e apontar para as limitações do filó

#269 isto não é um consolo | sexo, masturbação e erotismo
Há um aprendizado que se dá no contato direto entre os corpos, e o sexo é uma forma de fazer os corpos se entenderem. No entanto, estamos soterrados por discursos moralistas e imagens de como ele deveria ser. Como podemos redescobrir essa sabedoria disposta sobre a pele? No podcast desta sexta feira recebemos a Abhiyana, do podcast Textos Put0s, para conversar sobre erotismo, partindo da ideia de

#268 a banalidade do bem | Hannah Arendt e as sutilezas da moral
À primeira vista, bem e mal parecem lados claramente distintos. Na verdade, eles possuem suas sutilezas. Hannah Arendt popularizou a ideia de banalidade do mal, aquela ação que claramente prejudica os outros, mas que é feita de maneira irrefletida, e tomou como caso exemplar o julgamento de Eichmann, que se defendia dizendo estar apenas seguindo ordens. Agora, como será que isso funciona no caso d

#267 um belo chá de sumiço | beleza, consciência, Husserl e Gal Costa
Quem nunca teve vontade de sumir? Ser qualquer outra coisa: a gota d’água escorrendo pela janela da sala, o casal de namorados de mãos dadas do outro lado da rua, o pássaro voando alto no céu. A consciência tem a estranha capacidade de ser engolida pelas coisas. A tristeza às vezes nos traz o desejo de fugir de nós mesmos, mas a beleza também nos convida a ser outras coisas. Preferimos esta segund

#266 assalto de conceito | Mindfulness, do Tibet a Faria Lima
Para quê serve o Mindfulness? A intenção é a de não se apegar aos pensamentos, apenas observá-los, sem julgamentos. Mas a pergunta se torna mais interessante quando questionamos: a quem serve o Mindfulness hoje? Parece que ele foi roubado das florestas do Tibet pelos empresários da Faria Lima. O que nasceu de uma prática espiritual acabou se tornando um exercício guiado por coaches. No podcast des

#265 na garupa do biruta | Dom Quixote, Hume, loucura e arte
É uma grande responsabilidade a brincadeira de levar alguém a sentir. A arte anda próxima da loucura, está até no senso comum que os artistas são meio malucos. Será que existe uma relação entre a sensibilidade nas artes e nas paixões? No podcast desta sexta conversamos sobre este tema, tentando entender como ser mais sensível para uma dor pode fazer de alguém um poeta. Ao tomar contato com determi

#1 por que Deleuze? (com Sandro Kobol)
Qual a relevância do pensamento de Gilles Deleuze para os nossos tempos? Por que ele se tornou um dos maiores nomes da filosofia francesa? Para resumir, por que Deleuze? O programa desta sexta-feira inaugura um novo formato no Imposturas Filosóficas, onde um convidado responde perguntas tentando justificar a importância de um assunto, autor(a) ou tema. Neste primeiro episódio, convidamos o profess











